Conexão Cordel


O NOVO CONEXÃO CORDEL

 

Saudações amigos do Conexão Cordel. Calma, eu não morri, não fui sequestrado e nem abandonei este espaço. Na verdade andei parado mesmo, mas foi preparando uma nova surpresa para vocês. É que o CONEXÃO CORDEL ESTA DE CASA e CARA NOVAS. Isto mesmo, a partir de hoje vc vai poder acomapanhar as nossas aventuras pela cultura popular em novo endereço. O Conexão mudou de casa, de visual, mas continua com a mesma proposta. LEVAR PRA VOCÊS A NOSSA RICA EXPRESSÃO CULTURAL DE RAIZ.

 É ISTO MEUS AMIGOS. E PARA ACESSAR O NOVO LINK DO CONEXÃO É SÓ CLICAR no INTERRUPTOR , ABAIXO.

CLIQUE E CONECTE-SE NO NOVO

CONEXÃO CORDEL

Novo COnexão

 



Escrito por Normando Lira às 16h46
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E NA LINHA DO TEMPO NO HORIZONTE DAS HORAS

No Horizonte das horas

Vejo a luz de sol de Infinito clarear

Que Banha em leve dourar os passos do errante tempo.

E o tempo, sem demora, planta mansamente o minuto no meu presente.

E eu sonhando memórias de futuros intensos.

Normando Lira



Escrito por Normando Lira às 19h10
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Banda de Pífanos de Caruaru
 
A banda de pífanos mais famosa do Brasil tem muita história para contar. Formada por membros da família Biano, a Banda de Pífanos de Caruaru tem suas origens no ano de 1924, quando Manoel Clarindo Biano, sertanejo das Alagoas, herdou de seu pai dois pífanos (ou pifes), um bombo, um prato e a missão de manter viva a Zabumba Cabaçal criada por seu avô, banda de pífanos, ou "esquenta mulher", como é conhecida nas Alagoas, ou banda cabaçal, ou terno de zabumba, dentre outras denominações que variam conforme a região.
Imediatamente, s. Manoel juntou a família, seus filhos Benedito e Sebastião, e um amigo e começaram a percorrer o nordeste, fugindo da seca e da miséria, fazendo apresentações em quermesses, novenas, casamentos, batizados, enterro de "anjos" e até mesmo para o lendário Lampião (1927). Foi nessas andanças que aportaram em Caruaru, no ano de 1939, onde continuaram com seus shows. 1955 marca a perda de s. Manoel. A missão de manter viva a tradição foi delegada aos seus filhos, e agora também aos seus netos: Luiz, que permaneceu por pouco tempo, e Amaro (filhos de Sebastião) e Gilberto e João (filhos de Benedito), agora batizados com o nome de Banda de Pífanos de Caruaru.
A música da "Bandinha" ultrapassou os limites do estado de Pernambuco, chegando aos ouvidos, nos anos 60, dos tropicalistas Jards Macalé, de nosso atual ministro Gilberto Gil e, mais pra frente de Caetano Veloso. Do encontro entre os instrumentistas e Caetano nasceu "Pipoca Moderna", que permitiu, embora os Biano só tivessem descoberto, por acaso, a veiculação da música alguns anos depois, o reconhecimento nacional da Banda de Pífanos de Caruaru.
Da roça de subsistência para São Paulo. Em Sampa gravaram seu primeiro LP, em 72, e foram convidados a soprar seus pífanos em documentários, shows, festivais nacionais e internacionais. Até os anos 80 gravaram diversos LPs, para depois ficarem sem gravar até 1999, quando lançaram, pela Trama, "Tudo Isso é São João", já sem s. Benedito Biano, que faleceu nesse mesmo ano
.
 

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Contribuição do Fonseca que tirou do Musica de qualidade

Valeu THIAGO



Escrito por Normando Lira às 19h05
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Aos (M)eus

 Quando nasci, uma revoada de açucenas cobriu a minha pele.

E disseram: Vai!

Escreve no teu flanco teus augúrios, tuas cores, tuas tintas.

Questione o vácuo e o espaço entre as tuas axilas

Para depois remover portões, portas e textos funerários.

E fui.


Quando nasci, apoderou-se de mim feroz minotauro.

E disseram: Corra!

Corri meus gestos, minha esfinge, meus traços...

Temi pela minha pele flácida.

Pelos meus basocelulares

Pelos meus badulaques

Pelos meus badoques

Pelos meus toques.

E corri.


Hoje, cansado de debater-me no vácuo

Guardo meu escafandro.

Mergulho nas profundezas do mar

Sem feriados para me impedir

Cobrir

Vestir.

Estou só.

Bem, amigos....vou começar a colocar aqui uma série de poemas meus e de amigos. Para começar um poema do Meu amigo e irmão THÚLIO ANTUNES, mestre das plantas, unguentos e fórmulas mágicas que cura pereba, dor e sofrimento.



Escrito por Normando Lira às 15h53
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MAIS UMA SUPER RARIDADE

Manduka - Manduka (aka Brasil 1500) (1972)

Nasceu irremediavelmente poeta. Aos quatro anos de idade, uma tia levava-o em passeio por Copacabana quando ele saltou de sua inocência e perguntou a queima roupa, para o terno espanto dela, se o mar ficava ali de noite, e como a resposta fosse afirmativa tornou a indagar "e fazendo o quê, esperando o sol para se esquentar?". Era assim Manduka, falecido na semana que passou, ainda na força e na inspiração de seus cinqüenta e três anos bem vividos, deixando inconsoláveis seu pai o poeta Thiago de Mello, de quem herdara a veia lírica e a alma de artista, e a mãe, a jornalista Pomona Politis, que lhe passou o ardente sangue grego. Manduka era carinhoso apelido de família. Na verdade, chamava-se Manuel, em homenagem ao padrinho, o vate nacional Manuel Bandeira, íntimo amigo de Thiago, que celebrizou o menino logo ao nascer com um poema em seu Mafuá de Malungo.

Criou-se assim, tropeçando nas pernas de poetas, escritores e boêmios, a movimentada fauna na qual o pai também pontificava no Rio de Janeiro dos anos 50. Ainda muito pequeno acompanhou Thiago em suas andanças pelo mundo, passando longa temporada no Chile, onde simplesmente cruzou com um dos maiores mitos da nossa América: morou nada menos do que numa das vivendas de Pablo Neruda, privando da amizade e do carinho do poeta já consagrado e agraciado com o prêmio Nobel. Nos jardins da quinta, o grande Neruda, bem ao seu estilo, fazia o seu show matinal para o pequeno alumbrado, tirando dos bolsos, em passes de mágica, objetos fascinantes ("Mira, Manolito...") como pássaros, conchas do mar, brinquedos de corda e fantoches, que manipulava com a graça infantil de clown de circo. Enfim, um mundo encantado que nos faz logo pensar num filme que bem poderia se chamar O Menino e o Poeta, parafraseando a inesquecível obra de Skármeta.

Ungido e crismado nesse clima, desde o nascedouro estava Manduka fadado a trilhar uma carreira de artista. E decidiu-se cedo pela música, como poderia ter enveredado pelo desenho e a pintura, que só tardiamente abraçou, na década de 90, quando o conheci. Mas foi como compositor e letrista que se lançou e brilhou, trabalhando com o Geraldo Vandré da última fase e depois com Dominguinhos, com quem fez a conhecida "Quem Me Levará Sou Eu", que, recebida calorosamente, conquistou a láurea principal num festival da TV Tupi. Isso num tempo em que os festivais consagravam nomes como Chico Buarque e Caetano Veloso. Suas derradeiras parcerias em música se deram já na sua fase brasiliense, com o também poeta e jornalista Luís Turiba; e nos últimos meses preparava com os irmãos chargistas Paulo e Chico Caruso um show em grande estilo, que o traria de volta aos palcos do Rio de Janeiro.

No bar da livraria Presença, chamava-me a atenção aquela figura meio sobre o bizarro, tirada a Anthony Quinn, lembrando o grego Zorba, óculos escuros e barba hirsuta. Bebericava o seu Martini sempre solitário, na verdade só de puro charme e figuração para esconder a timidez e um temperamento até certo ponto arredio, como pude concluir depois. Um dia em que se excedera nos drinks mostrou-se em todo o seu talento histriônico: assisti então a uma sua imitação absolutamente mediúnica de Manuel Bandeira, dizendo com certeira sensibilidade o "Evocação do Recife", com a mesma voz cavernosa de tuberculoso profissional, tão minha conhecida do antigo disco Festa. Entrei na roda e no papo e de repente era como se fôssemos amigos há trezentos anos e selamos ali uma amizade para toda vida.

Depois fiz para Manduka e com sua mulher, a bela Valéria a quem ele chamava ternamente de "garça morena" um longo clip filmado nos picos rochosos dos Pireneus goianos, que virou peça de resistência do seu show Zum-Zum, com o qual fez uma cruzada de norte a sul do Brasil, tocando, cantando e conversando com os universitários. Por último, já morando em Petrópolis, onde se tornou parceiro de Alceu Valença na escrita de uma ópera popular para o cinema, começou a trabalhar também na trilha sonora do meu filme O Engenho de Zé Lins, sobre o romancista José Lins do Rego que quase conheceu, pois o autor de Fogo Morto morreu nos braços de Thiago de Mello, seu maior amigo e confidente.

Agora a cena é outra mas trata também da passagem desta para a melhor, como dizem. Vejo Manuel Bandeira, em meio aos querubins, recebendo o afilhado, enlaçando-o numa nuvem e beijando-o afetuoso com sua proverbial dentuça. Ao fundo sua voz ressoa cava e doce, dizendo o poema do batismo de Manduka, ao dedicar aos seus pais o livro Opus 10 de sua lavra: "A Thiago e Pomona ofereço/ Meu Opus 10, exemplar A/ E com este voto ofereço:/ Deus bem-fade a vida em começo/ Do opus 1 deles, meu xará./ - Meu imprevisível xará".

Texto de Vladimir Carvalho, cineasta.

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Mais uma super contribuição extraída do Brasil NUggets

 



Escrito por Normando Lira às 18h22
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BOSSA NOVA

PAULINHO NOGUEIRA - 1963

DISCO - A NOVA NOSSA É VIOLÃO

E o Matuto rapa, não é que ele gosta dessa tá de Bossa Nova. E para variar um pouco, ai vai Disco Raridade da Boa música, da Velha Bossa Nova .Sempre Nova.

Paulo Artur Mendes Pupo Nogueira nasceu em Campinas SP em 08 de Outubro de 1929. Autor de um dos mais procurados métodos de violão existentes no Brasil, aprendeu a tocar com o pai, aos 11 anos. Na mesma época integrou o Grupo Cacique, conjunto vocal dirigido por seu irmão Celso Mendes. Mudou-se para São Paulo SP em 1952, estreando na boate ltapoã e tocando nas rádios Bandeirantes e Gazeta. Oito anos depois gravou seu primeiro LP, na Columbia, a convite de Roberto Corte Real. A primeira composição sua a aparecer em disco foi Menino, desce daí, em 1962, pela RGE, interpretada por ele mesmo. Na época da bossa nova, destacou-se como solista e acompanhante em shows e programas de televisão. Começou a dar aulas de violão em 1964, ano em que também recebeu como melhor solista o troféu Pinheiro de Ouro, do governo do Paraná, o mesmo ocorrendo em 1965. Nesse ano foi contratado pela TV Record para atuar em O Fino da Bossa, programa de maior sucesso na época. Recebeu em 1966 o prêmio Guarani, conferido por jornalistas e críticos de radio e televisão. Em 1969 inventou a craviola, instrumento de 12 cordas que produz um som misto de cravo e viola, e recebeu o prêmio de melhor músico do ano, conferido pelo jornal O Estado de São Paulo. Uma de suas composições, Menina, gravada por ele na RGE, foi grande sucesso em 1970. Dois anos depois transferiu-se para a etiqueta Continental, onde gravou quatro LPs ate 1975. Em 1986 gravou o LP solo Tons e semitons, com novas composições suas para violão, lançado juntamente com um álbum contendo as partituras das musicas incluídas no disco. Desde 1990 tem lançado vários videocassetes didáticos para solos de violão. Lançou pela Movieplay dois CDs o instrumental Late Night’ Guitar (1992), com musicas brasileiras e internacionais, e Coração violão (1995), no qual intercala solos de violão com musicas inéditas cantadas e regravações de suas composições mais conhecidas.

 

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Escrito por Normando Lira às 18h18
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RARIDADE CARCOMIDA PELO SOL DO TEMPO

Trilha Sonora do Filme Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964)

No encarte diz assim:

DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL

cancioneiro do nordeste
composto e interpretado por
SERGIO RICARDO

Letras de
GLAUBER ROCHA


O cego Zé, guiado apenas por seu primo Pedro das Ovelhas, me disse que ele cantava para não perder o juízo; pegava o cavaquinho e, voz de angústia, furando as tardes de Monte Santo, invocava amores perdidos e crimes terríveis.

Quem anda pelo sertão conhece bem um cantador -- velho e cego (que cego vê a verdade no escuro e assim canta o sofrimento das coisas) bota os dedos no violão e dispara nas feiras, levando de feira em feira e do passado para o futuro, a legenda sertaneja: história e tribunal de Lampião, vida, moralidade e crítica. Na voz de um cantador está o "não" e o "sim" -- e foi através dos cantadores que achei as veredas de Deus e o Diabo nas terras de Cocorobó e Canudos.

Sou mau cantador -- sem ritmo e sem memória, fiquei por tempos a ruminar e reinventar a essência das coisas que tinha ouvido -- e um enorme romance em versos nasceu, impuro e rude, narrando o filme. Acabando o trabalho, pronta a montagem, restavam imagens neutras, mortas, que necessitavam da música para viver: eram imagens do romanceiro transcrito. Todo o episódio de "Corisco", por exemplo, nasceu das cantigas que ouvi cantar em vários lugares diferentes e, dispensada a música, perderia um significado maior.

Sérgio Ricardo, embora seja sambista com mistura de morro e asfalto, tem paixão pelo nordeste, tem a vantagem de ser cineasta e sabe que música de filme é coisa diferente: tem de ser parte da imagem, ter o ritmo da imagem, servir (servindo-se) à imagem.

Começamos o trabalho. Dei as letras -- nas quais usei muitos versos autênticos do povo -- e Sérgio começou a compor. Tinha seus vícios de "arranjos"; discutimos que o negócio tinha de ser "puro". Sérgio ouviu péssimas gravações do cego Zé e do seu primo Pedro: pegou e matutou o tom. Cortamos certos versos, fizemos outros: Sérgio deu uns palpites nas letras e eu, mau cantador, dei palpites na música. E ensaiamos pra valer na hora da gravação. Transformei Sérgio em ator -- gritei, ele ficou nervoso, deixou os preconceitos e soltou a voz e os dedos do violão. Depois de vários dias a noites a banda sonora estava gravada.

Acho que o cinema brasileiro tem, nas origens de sua linguagem, um grande compromisso com a música -- o nosso triste povo canta alegre, uma terrível alegria de tristeza. O samba de morro e a bossa nova, o romanceiro do nordeste e o samba de roda da Bahia, cantiga de pescador e Villa-Lobos -- tudo vive desta tristeza larga, deste balanço e avanço que vem do coração antes da razão.

Uma das mais belas imagens do nosso cinema é, por isso, aquela de Grande Othelo, em "Rio Zona Norte", cantando um samba de Zé-Keti. É assim que nossa música no cinema funcionará sempre como a explicação profunda da alma brasileira.

Glauber Rocha

PARA SABER MAIS SOBRE GLAUBER ROCHA

http://www.tempoglauber.com.br/

Trilha Sonora do Filme Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964)


http://d.turboupload.com/d/446107/deus_e_o_diabo-1964.zip.html

Uma Super contribuição do Blog Brazilian Nuggets

 



Escrito por Normando Lira às 14h53
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MARINÊS - A RAINHA DO FORRÓ

Da primeira vez que se apresentou  num  programa  de calouros, na extinta Voz da Democracia, em Campina Grande, na Paraíba,  Marinês ganhou o prêmio de primeiro  lugar . Eleita pelas palmas do público, que se concentrava na frente da rádio, levou  pra casa um  sabonete eucalol. Era o início de uma carreira que comemora meio século divulgando os ritmos nordestinos  genericamente chamados de forró.Fosse o baião  simbolizado  pelo triângulo  e , sem dúvida, Marinês seria o vértice, tendo Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga na base. Coroada pelo velho Lua Rainha do Xaxado, Marinês é o ''último mito vivo da música nordestina", como gosta de frizar, sua voz possante e cristalina,  como água limpa de serra abaixo ainda se preserva e supreende como no  último CD "50 anos de forró" em  que emparelha o  gogó  com  mais treze discípulos.  divididos. Filha do ex-cangaceiro do bando de Lampião Manoel Caetano de Oliveira e da dona de casa  Josefa Maria de Oliveira, dona  Donzinha, a menina Maria Inês Caetano de Oliveira nasceu em 1936, em São Vicente Ferrer , Pernambuco. Seria a Paraíba que acolheria no   lombo da Borborema, em Campina Grande,  a  família que se mudou em 1940. Ali viveu a infância, a mocidade, o  começo da  carreira e a união  com  o sanfoneiro Abdias.As músicas que mais atraiam a sua  atenção eram os sucessos do Rei do Baião, divulgadas pelo altos falantes em postes das difusoras de Campina Grande. Qui nem Jiló,  Respeita Januário, Xanduzinha, No Ceará não Tem disso  não  e Asa Branca, eram apenas algumas músicas que ela já sabia de cor  por lhe tocarem a alma de sertaneja.A primeira vez que viu seu Luiz, influência capital  no desenvolvimento de seu estilo foi em 1950 , comício para escolha do Governador da Paraíba. Luiz Gonzaga estava animando o comício do candidato Argemiro de Figueiredo e do candidato  a  senador pela UDN Pereira Lyra, que encomendaram a ele e a Humberto  Teixeira a música da campanha, chamada "Paraíba",  hoje considerado uma espécie de segundo  hino  do estado.Nesta mesma época, Maria Inês ingressa no ginásio no Colégio das Damas, frequentado  pela classe média local. MAIS INFORMAÇÕES CLIQUE AQUI:

CD LANÇADO EM 1999 COM  PARTICIPAÇÃO DE VÁRIOS ARTISTAS

MARINÊS E SUA GENTE - 50 anos de Forró

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Atendendo a muitos pedidos, finalmente encontro tempo de postar este cd que é muito bom.



Escrito por Normando Lira às 18h39
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DONA EDITH DO PRATO


Quem é dona Edith do Prato?
"Nas palavras do poeta Hermínio Bello de Carvalho, Dona Edith do
Prato é uma espécie de cartão postal sonoro da Bahia. Nascida há 87
anos em Santo Amaro da Purificação, região do Recôncavo Baiano, Dona
Edith surgiu para a música brasileira há exatas três décadas, com uma
participação indelével no disco Araçá Azul, de Caetano Veloso.Na
faixa de abertura do álbum, Dona Edith fazia o que mais sabe: entoar
samba de roda (no caso Viola meu bem, D.P.) e raspar a faca no prato,
num suingue personalíssimo que lhe valeu o nome artístico. A partir
daí, Dona Edith tornou-se referência para diversas gerações de
cantadores."

Link e palavras de Kelvis Duram

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Escrito por Normando Lira às 18h26
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ALCEU VALENÇA

Nascido em Pernambuco, cresce ouvindo música brasileira nos alto-falantes da feira da cidade, e aos 4 anos participa de um concurso infantil, interpretando Capiba. Nos anos 50 vai com a família para Recife, e mais tarde se envolve em atividades político-estudantis. Participa de festivais no final da década de 60, e em 1970 se forma em Direito, exercendo a profissão por apenas alguns meses. Participou do Festival Universitário da TV Tupi com Geraldo Azevedo, com quem gravou seu primeiro LP, em 1972 e ganhou projeção participando do Festival Abertura, da TV Globo, em 75, com "Vou Danado Pra Catende". O sucesso mesmo aconteceu a partir de 80 com as músicas "Tropicana" (com Vicente Barreto) e "Coração Bobo". Poeta e intérprete carismático, com uma obra que mistura as raízes nordestinas com o pop e o rock, já lançou mais de vinte discos, tendo suas músicas gravadas por outros intérpretes como Elba Ramalho ("Chego Já" e "Ciranda da Rosa Vermelha") e Maria Bethânia ("Na Primeira Manhã", "Junho" e "Tomara"). Eclético, apresentou-se tanto no Festival de Jazz de Montreux (Suíça) quando no Rock In Rio II, em 1991, tocando logo após o cantor funk Prince. Nos anos 90, fez sucesso com canções como "La Belle de Jour" e "Tesoura do Desejo". Em 1996, o show "O Grande Encontro", com Alceu Valença, Elba Ramalho, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo, trouxe o artista de volta ao centro dos holofotes, que virou também CD, vendendo mais de 500 mil cópias. Outros sucessos de Alceu: "Talismã" (Geraldo Azevedo/ Alceu Valença), "Papagaio do Futuro", "Como dois animais" (Alceu Valença), "Cavalo de Pau" (Alceu Valença), "Na Primeira Manhã" (Alceu Valença), "Anunciação" (Alceu Valença), "Solidão" (Alceu Valença), "Pelas ruas que andei" (com Vicente Barreto), "Estação da Luz", "Amor Covarde", "Bicho Maluco Beleza" (Alceu Valença), "FM Rebeldia" (Alceu Valença), "Bicho Maluco Beleza" (Alceu Valença) e outros.
 
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DISCO ESPELHO CRISTALINO DE 1977
 
 
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Escrito por Normando Lira às 18h07
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QUINTETO VIOLADO

Quinteto Violado, Hugo Esteves e Mônica Silveira

Formado em Recife em 1971, o grupo instrumental (Marcelo Melo, violão, viola e voz; Toinho Alves, baixo e voz; Ciano, flauta e violão; Roberto Medeiros, percussão e voz e Dudu Alves, teclados) realiza um trabalho de resgate e recriação da música tradicional e folclórica nordestina, utilizando elementos da música erudita. Desde 1972, quando foram apresentados a um produtor por Gilberto Gil, gravaram ou participaram de mais de 25 discos e CDs, apresentando-se por todo o Brasil e em vários países. Realizaram também um trabalho didático, ministrando oficinas de música em escolas pernambucanas. Entre outros discos marcantes gravaram "Berra boi" (1973), "A Feira" (1974), "Folguedo" (1975), "Missa do Vaqueiro" (1976), "Pilogamia do Baião" (1979), "Coisas que Lua Canta" (1983). Vencedores de festivais e prêmios Sharp, criaram, em 1997/8 a Fundação Quinteto Violado, de caráter cultural. Em 1998 foi lançado o livro "Bodas de Frevo - A História do Quinteto Violado", de autoria de Gilvandro Filho.
 
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Escrito por Normando Lira às 17h32
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 FLÁVIA WENCESLAU

 

Flávia Wenceslau é paraibana, nascida na cidade de Nova Floresta. Sua primeira influência na música aconteceu a partir da infância, ouvindo seu pai tocar trombone. Começou a participar de corais infantis incentivada, também influenciada pelo pai. Na adolescência, ela foi convidada para ser vocalista de bandas de bailes, onde por alguns anos adquiriu experiência com o grande público e desenvolvendo sua performance de palco.

Admiradora das grandes artistas paraibanas Marinês e Elba Ramalho, Flávia também passou pela escola dos barzinhos com banquinho e violão, aprimorando assim sua técnica vocal e cativando seu público através de suas interpretações vindas de sua alma e coração.

Em 2003 teve seu primeiro trabalho registrado em estúdio, onde reuniu no CD “Frutos da Terra” 12 canções do rico repertório brasileiro, com letras já conhecidas na voz de Dominguinhos, Renato Teixeira, Chico César, entre outros grandes nomes. “Frutos da Terra” surgiu par Flávia como uma porta que abriu a oportunidade de uma agenda de shows em vários estados, começando assim a expandir seu talento além da Paraíba.

‘Agora’ independente

Em 2005 lançou seu segundo trabalho intutulado “Agora”, feito de forma independente. Com arranjos simples e eficientes, a base de violões, viola, flauta e percussão, as canções tocam a emoção de quem escuta, pois trazem em suas letras “segredos do beija-flor que pousa num pé de vento”, como diz a canção “Recado de beija-flor”, de Ermano Moraes, um dos seus parceiros musicais que assina a segunda faixa do disco “Agora”.

O principal objetivo da cantora, por meio de suas canções, é levar ao seu público mensagens positivas, que nos façam refletir a respeito do que se está fazendo de bom com o “Agora” de cada um, mostrando que o Amor, o Bem e a Esperança não deixaram e nem deixarão de ser a mola propulsora da humanidade. Sua voz serena e forte deixa por onde passa sementes de cura no espírito de quem recebe a Alegria e a Fé na vida, trazidas em canções como “Canoa da alegria”, “Todo céu de estrelas”, “Navegando viverei”, entre outras de sua autoria.

Ela fala que sua inspiração na hora de compor vem da sua maneira de ver a vida, da sua vontade sincera de procurar a cada dia ser uma pessoa melhor e da sua certeza de que só por meio da compreensão, colheremos um mundo em harmonia. Também são suas as palavras: “Agora é onde quero sentir cada vez mais, que a simplicidade é a porta para a verdade e só a verdade é eterna”.

  Esta era para ter saido em HOMENAGEM A DIA INTERNACIONAL DA MULHER. MAS TODO DIA É DIA DA MULHER, ENTÃO VALE.

 E como  meu scanner não esta funcionando ainda, e não como o Cd da minha amiga é tão independente que não acho ilustração da capa do mesmo na net, vou colocar uma foto que fizemos por aqui no SHOW  que ela fez no mês passado.

Foto Walteir Costa

E Para Baixar o Cd AGORA Clique aqui:

http://rapidshare.de/files/15439129/__Flavia_Wenceslau_AGORA_1.rar.html

Este Cd só vai ficar aqui por 30 Dias.

 



Escrito por Normando Lira às 19h29
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 VOLTANDO

Depis de um intervalo de alguns dias sem postar, vou colocar  algumas preciosidades. Coisa nova e boa.



Escrito por Normando Lira às 19h07
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COCO RAÍZ DE ARCO VERDE

SITE OFICIAL DO GRUPO DE COCO RAÍZ DE ARCO VERDE

VALE A PENA CONHECER O TRABALHO DESTE PESSOAL

http://www.cocoraizes.com.br/



Escrito por Normando Lira às 18h50
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MESTRE AMBRÓSIO

Mestre Ambrósio é o mestre de cerimônias do teatro folclórico popular Cavalo Marinho na Zona da Mata, norte do estado de Pernambuco, que inspirou o nome da banda. Em cima da base nordestina do forró, maracatu, coco, baião, caboclinho, ciranda e das letras inspiradas na tradição popular, o Mestre Ambrósio desenvolve seu lado pop. Seus integrantes têm referências musicais distintas, o que adiciona ao som um pouco de rock, jazz e música árabe. Quando foi fundado, em 1992, o Mestre Ambrósio tinha Siba (Sérgio Veloso), inicialmente na guitarra e depois na rabeca, Eder "O" Rocha, percussionista, Helder Vasconcelos, ex-guitarrista e tecladista e atual percussionista e fole de oito baixos. Depois entraram Mazinho Lima (baixo elétrico e triângulo), Sérgio Cassiano (percussão e vocal) e Mauricio Alves (percussão). Filhote da mesma vertente mangue beat de Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A, o Mestre Ambrósio usa menos referências importadas que seus pares, permanecendo mais ligado às bases nordestinas. O CD independente Mestre Ambrósio (1996), produzido por Lenine e Marcos Suzano, foi bem aceito e vendeu 20 mil cópias. A divulgação boca-a-boca deu à banda um caráter cult. O clipe Pé-de-calçada, gravado e produzido por eles, começou a ser veiculado na MTV, o que serviu para apresentar o grupo fora do circuito pernambucano. A porta de entrada foi São Paulo, onde radicaram-se em 1997. Excursionaram por mais de 10 cidades européias, passaram pelos Estados Unidos e foram indicados para o MTV Video Music Brasil na categoria Banda/Artista Revelação com o clipe Se Zé Limeira Sambasse Maracatu. A música José foi incluída na coletânea Strictly Worldwide, do selo alemão Piranha Records, especializado em música étnica. Uma de suas músicas, Baile Catingoso, foi incluída na trilha sonora de Baile Perfumado, de Lirio Ferreira e Paulo Caldas. O segundo disco, Fuá na Casa de Cabral (1998), foi lançado por uma gravadora multinacional, a Sony, e gravado acusticamente com inclusões eletrônicas, assinadas pelo produtor Suba. O lançamento oficial foi no Abril Pro Rock, em Recife, em 1999. Emplacou melhor nos Estados Unidos do que aqui, entrou no top ten alternativo do crítico do New York Times Jon Pareles, e a banda começou 2000 fazendo uma turnê norte-americana

SITE OFICIAL:

http://www2.uol.com.br/mestreambrosio/

NO SITE OFICIAL APROVEITEM OS CLIPS. TEM 4 PORRETA.

E como não podia deixar de ser aí vai mais uma generosa e democrática contribuição para a sua discoteca em MP3.

e Para Baixar esta pérola, mergulhe aqui em baixo e retire do link.

http://rapidshare.de/files/14614894/Mestre_Amr_sio.rar.html



Escrito por Normando Lira às 18h24
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